quinta-feira, 3 de setembro de 2015

24º DOMINGO DO TEMPO COMUM

24º DOMINGO DO TEMPO COMUM
13 de Setembro de 2015 – Cor Litúrgica: Verde Nº. 1091
“Quem é o Jesus?"

RITOS INICIAIS

01. Motivação
Animador: A liturgia do 24º Domingo do Tempo Comum diz-nos que o caminho da realização plena do homem passa pela obediência aos projetos de Deus e pelo dom total da vida aos irmãos. Ao contrário do que o mundo pensa, esse caminho não conduz ao fracasso, mas à vida verdadeira, à realização plena do homem.
Canto / Procissão de entrada

02. Acolhida
Min. da Palavra: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém
Min. da Palavra: Que a graça e a paz de Deus nosso Pai e de Jesus Cristo, estejam sempre convosco!
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
                       
03. Ato Penitencial
Min. da Palavra: No início desta Celebração da Palavra, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
Breve momento de silêncio
Canto penitencial

Min. da Palavra:  Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza á vida eterna!
Ass.: Amém.

04. Glória (rezado ou cantado)
Min. da Palavra: Glorifiquemos nosso Deus cantando.

05. Oração Inicial
Breve momento de silêncio: Cada um coloque a intenção de seu coração, para este dia.
Min. da Palavra: Ó Deus de amor e do perdão, conforto dos pobres e sofredores. Vosso amor misericordioso espera a volta de cada filho que vos abandonou. Dai-nos um coração novo, capaz de perdoar e acolher. Assim poderemos reconhecer Jesus como salvador e participar de festa dos que voltam ao vosso coração. Por nosso Senhor Jesus Cristo
Ass.:  Amém.

RITO DA PALAVRA


01. Primeira Leitura
Isaías 50,5-9a

02. Salmo Responsorial: 114(115)
Resp.: Andarei na presença de Deus, junto a ele, na terra dos vivos.

03. Segunda Leitura
Efésios 1,3-14

04. Aclamação ao Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia!
Eu de nada me glorio, a  não ser da cruz de Cristo; vejo o mundo em cruz pregado e para o mundo em cruz me avisto.

05. Evangelho
Marcos 8,27-35

Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco!
Ass.: Ele está no meio de nós!
Min. da Palavra: Proclamação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São Marcos
Ass.: Glória a vós, Senhor!

06. Homilia
O Ministro não deve estender-se por mais de 10 minutos.

07. Profissão de Fé
Min. da Palavra: Creio em Deus Pai...

08. Preces da Comunidade
Min. da Palavra: Apresentemos a Deus nossas preces.
Seguem as preces preparadas pela comunidade, de acordo com sua realidade.


Min. da Palavra: Pai Santo, Pai Amado e Pai Querido, acolhei nossos pedidos que fazemos em nome do vosso filho. Por Jesus Cristo, Senhor nosso!
Ass.: Amém!

RITO DE AGRADECIMENTO

01. Partilha
Canto / procissão

Min. da Palavra: Deus rico em misericórdia, estamos fazendo a festa do encontro e da reconciliação. Não deixeis que adoremos as coisas materiais, nem desperdicemos vossos dons. Aqui estão as ofertas que trazemos. Possam elas vos dizer que acolhemos com alegria os irmãos que saíram e os que nunca aceitaram participar de nossa festa. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém

Momento em que o Ministro da Eucaristia busca as reservas eucarísticas enquanto todos cantam um refrão próprio, para acompanhar a entrada solene do Santíssimo.

02. Louvação
Min. da Palavra: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass.: Que fez o céu e a terra.
Min. da Palavra: Ouvi Senhor, a minha oração.
Ass.: E chegue até vós o meu clamor!
Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco!
Ass.: Ele está no meio de nós.
Min. da Palavra: Em agradecimento, louvemos aquele que está presente entre nós, e nos dá forças em nosso agir, a cada dia de nossa vida.
Canto de Louvação
(Canto Pastoral’10, Ir. Miria)
1.Bendito sejas tu,/ Senhor de nossos pais/ és pródigo de graças, ó Senhor!
Glória ao Senhor,/ Deus de amor,/ para sempre!
2.Bendito sejas tu,/ ó Verbo de Deus Pai,/ a morte que sofreste, nos deu vida!
3.Bendito sejas tu,/ Espírito de Deus,/ operas na Igreja a salvação!

RITO DE COMUNHÃO

01. Pai Nosso
Min. da Palavra: Façamos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou: Pai nosso...

02. Oração da Paz
Min. da Palavra: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos...
Min. da Palavra: A paz do Senhor esteja convosco!
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Min. da Palavra: Irmãos saudai quem está ao seu lado com um gesto de comunhão fraterna.

03. Comunhão
Min. da Eucaristia: Felizes os convidados para a ceia do Senhor! Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa, mas dizei uma só palavra e eu serei salvo!
Canto / procissão

04. Oração Final
Min. da Palavra:  Ó Deus, que vossa Palavra santifique o corpo e a alma, a vontade e o coração de todos que a ouviram e dela se alimentaram. Assim, vossos servos e servas estarão agindo no mundo não guiados pelo instinto, mas pela vossa graça. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém

RITOS FINAIS

1. Avisos / compromissos da comunidade
2. Homenagens / aniversariantes.

Benção Final
Min. da Palavra; O Senhor esteja com convosco.
Ass.: Ele esta no meio de nós.
Min. da Palavra: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai, Filho, Espírito Santo.
Ass.: Amém
Min. da Palavra: Ide em paz! Que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus.

PREPARANDO A CELEBRAÇÃO

Ritos Iniciais
·         O espaço celebrativo deve estar devidamente arrumado para que as pessoas se sintam bem: limpo, cheiroso, iluminado adequadamente, ventilado, alegre, com flores naturais, expressando a alegria do encontro dominical. Tudo contribui para que as pessoas humanas se encontrem com as Pessoas Divinas, consigo mesmas e umas com as outras.

Rito da Palavra
·         Pode-se fazer a entrada do Lecionário, de forma solene, acompanhado de velas.
·         Leituras bem proclamadas.
·         Valorizar o ministério da salmista, entoando o salmo de maneira expressiva, com melodia que favoreça a resposta da assembléia.

Ritos Finais
·         Cuidar para que a bênção final leve a assembleia a ser enviada em missão.



PISTAS PARA REFLEXÃO

Introdução: A liturgia do 24º Domingo do Tempo Comum nos diz que o caminho da realização plena do homem passa pela obediência aos projetos de Deus e pelo dom total da vida aos irmãos. Ao contrário do que o mundo pensa, esse caminho não conduz ao fracasso, mas á vida verdadeira, á realização plena do homem.

Primeira Leitura:
A primeira leitura apresenta-nos um profeta anônimo, chamado por Deus a testemunhar a Palavra da salvação e que, para cumprir essa missão, enfrenta a perseguição, a tortura, a morte. Contudo, o profeta está consciente de que a sua vida não foi um fracasso: quem confia no Senhor e procura viver na fidelidade ao seu projeto, triunfará sobre a perseguição e a morte. Os primeiros cristãos viram neste “servo de Jahwéh” a figura de Jesus.

Segunda Leitura:
A segunda leitura lembra aos crentes que o seguimento de Jesus não se concretiza com belas palavras ou com teorias muito bem elaboradas, mas com gestos concretos de amor, de partilha, de serviço, de solidariedade para com os irmãos.

Evangelho:
O texto que nos é hoje proposto é um texto central no Evangelho segundo Marcos. Apresenta-nos os últimos versículos da primeira parte (cf. Mc 8,27-30) e os primeiros versículos da segunda parte (cf. Mc 8,31-35) deste Evangelho. A primeira parte do Evangelho segundo Marcos (cf. Mc 1,14-8,30) tem como objetivo fundamental levar à descoberta de Jesus como o Messias que proclama o Reino de Deus. Ao longo de um percurso que é mais catequético do que geográfico, os leitores do Evangelho são convidados a acompanhar a revelação de Jesus, a escutar as suas palavras e o seu anúncio, a fazerem-se discípulos que aderem à sua proposta de salvação. Este percurso de descoberta do Messias que o catequista Marcos nos propõe termina, em Mc 8,29-30, com a confissão messiânica de Pedro, em Cesaréia de Filipe (que é, evidentemente, a confissão que se espera de cada cristão, depois de ter acompanhado o percurso de Jesus  passo a passo): “Tu és o Messias”. Depois, vem a segunda parte do Evangelho segundo Marcos (cf. Mc 8,31-16,8). Nesta segunda parte, o objetivo do catequista Marcos é explicar que Jesus, além de ser o Messias libertador, é também o “Filho de Deus”. No entanto, Jesus não veio ao mundo para cumprir um destino de triunfos e de glórias humanas, mas para oferecer a sua vida em dom de amor aos homens. Ponto alto desta “catequese” é a afirmação do centurião romano junto da cruz (que Marcos convida, implicitamente, os seus cristãos a repetir): “realmente este homem era o Filho de Deus” (Mc 15,39).
O nosso texto apresenta, portanto, duas partes bem distintas. Na primeira, Pedro dá voz à comunidade dos discípulos e constata que Jesus é o Messias libertador que Israel esperava; na segunda, Jesus explica aos discípulos que a sua missão messiânica deve ser entendida à luz da cruz (isto é, como dom da vida aos homens, por amor).


Equipe responsável por esta celebração: Paróquia Sagrados Corações.

23º DOMINGO DO TEMPO COMUM

23º DOMINGO DO TEMPO COMUM
06 de Setembro de 2015 – Cor Litúrgica: Verde - Nº. 1090
“Tudo o que faz é admirável: faz que os surdos ouçam e que os mudos falem”

RITOS INICIAIS
Refrão Meditativo

01. Motivação
Animador: Neste Domingo, Jesus nos convida a considerar com seriedade a vida cristã como seguimento. Deus nos criou para sermos imagem de sua sabedoria, instrumentos de seu amor. Que possamos abrir os nossos olhos, nossos ouvidos, nossa boca e nosso coração, para vivenciarmos os seus ensinamentos e a sua Palavra. Iniciamos o mês de Setembro, mês dedicado à Bíblia, que traz como tema” Discípulos missionários a partir do Evangelho de João” e o lema “ Permanecei  no meu amor para produzir muitos frutos.” Que a Palavra de Deus seja sinal de Evangelização e Luz nas nossas vidas e nas nossas Famílias.
Canto / Procissão de entrada

02. Acolhida
Min. da Palavra: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém
Min. da Palavra: O Deus, que nos dá força, vos dê a graça e a paz de nosso Senhor Jesus Cristo e a comunhão do Espírito Santo.  
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

03. Ato Penitencial
Min. da Palavra: Aproximemo-nos do Deus misericordioso e, com o coração sincero, peçamos perdão de todos os nossos pecados, principalmente pelo favoritismo que nos leva a excluir de nosso convívio os mais empobrecidos.
Breve Momento silêncio
Canto Penitencial

Min. da Palavra: Que o Senhor faça brilhar sobre nós a sua face, e por esta celebração, perdoa os nossos pecados e nos conduza sempre a vida eterna.
Ass.: Amém!

04. Glória
Canto

05. Oração Inicial:
Min. da Palavra: Ó Pai, vós escolheis os pobres e pequenos para fazê-los herdeiros do vosso Reino. Abri os nossos ouvidos à vossa Palavra e soltai a nossa língua para proclamar as vossas maravilhas e anunciar a vossa salvação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

RITO DA PALAVRA

01. Primeira Leitura
Isaías 35,4-7ª
02. Salmo Responsorial 145 (146)
Resp.: Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Bendirei ao Senhor toda a vida!
03. Segunda Leitura
Tiago 2,1-5
04. Aclamação ao Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia!
Jesus Cristo pregava o Evangelho, a Boa-Notícia do Reino e curava seu povo doente de todos os males, sua gente!

05. Evangelho
Marcos 7,31-37
Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco!
Ass.: Ele está no meio de nós!
Min. da Palavra: Proclamação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, segundo São Marcos.
Ass.: Glória a vós, Senhor!

06. Homilia
O Ministro não deve estender-se por mais de 10 minutos.

07. Profissão de Fé
Min. Palavra: Obedientes ao Deus que nos envia a sermos discípulos missionários, professemos nossa fé. Creio em Deus Pai...

08. Preces da Comunidade
Min. da Palavra: Rezemos ao Pai, a fim de que sua Palavra não seja para nós motivo de condenação, mas  princípio  de conversão. Elevemos ao Pai nossas preces.
Resp.:  Senhor, vinde em nosso auxilio.
Seguem as preces preparadas pela comunidade.

Min. da Palavra: Deus Pai, são estas as intenções de vossa igreja em oração. Dai-nos o espírito de caridade  e  de perdão, de justiça e de bondade. Por Cristo nosso Senhor.
Ass.: Amém!

RITO DE AGRADECIMENTO

01. Partilha
Animador: Hoje Jesus nos orienta que a lei do amor exige correção fraterna. Para que isto aconteça de verdade no meio em que vivemos, precisamos nos aprofundar no conhecimento da Escritura Sagrada onde o próprio Deus é que nos fala e nos ensina a sermos fraternos. Apresentemos ao altar do Senhor, nossa disposição de transformar nossas vidas por meio da Palavra de Deus, praticando a leitura orante da Bíblia, vivenciando e transmitindo aos nossos irmãos(ãs) todo o amor, a ternura e a compaixão que o Pai nos comunica por meio de sua Boa-Nova de Salvação.
Canto / procissão

Min. da Palavra: Para vos servir, ó Deus, depositamos nossas oferendas em vosso altar, acolhei-as com bondade, a fim de que se tornem o sacramento da nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

Momento em que o Ministro da Eucaristia busca as reservas eucarísticas enquanto todos cantam um refrão próprio, para acompanhar a entrada solene do Santíssimo.

02. Louvação
Min. da Palavra: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass.: Que fez o céu e a terra.
Min. da Palavra: Ouvi Senhor, a minha oração.
Ass.: E chegue até vós o meu clamor!
Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco!
Ass.: Ele está no meio de nós.
Min. da Palavra: Nós vos damos graças, Senhor, Pai Santo, fonte da verdade e da vida, por este dia santo de Domingo, dia em que despontamos para uma vida nova.
Ass.: Glória a vós, Senhor, graças e louvor.

Min. da Palavra: Nós vos damos graças, Senhor, por Jesus Cristo, que teve compaixão da multidão e uma verdadeira predileção pelos pequenos e pobres, pelos excluídos e pecadores. Ele, na sua eterna bondade, colocou-se ao lado dos perseguidos e marginalizados, curando os doentes ressuscitando os mortos, expulsando todo tipi de mal e dando pão aos famintos.
Ass.: Glória a vós, Senhor, graças e louvor.

Min. Palavra: Nós vos damos graças, Senhor, pelo anúncio da Boa Noticia que chegou até nós. Boa-nova de vida e salvação que nos aponta o caminho a seguir. Caminho de renúncias, de cruz, de esvaziamento, de serviço, de coerência de vida e de comprometimento com o vosso Reino.
Ass.: Glória a vós, Senhor, graças e louvor.

Min. Palavra: Nós vós damos graças, Deus da vida, por tantas iniciativas para acabar com a opressão, a injustiça, a miséria, a fome, a dor, o sofrimento, enfim, tudo aquilo que é contrário ao vosso projeto de vida e salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor, graças e louvor.


RITO DE COMUNHÃO

01. Pai Nosso
Min. da Palavra: Senhor Jesus, lembrai-vos de nós em vosso Reino e, agora, ensinai-nos a rezar: Pai nosso...

02. Oração da Paz
Min. da Palavra: Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos apóstolos...
Min. da Palavra: A paz do Senhor esteja convosco!
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
Min. da Palavra: Irmãos  saudai-vos uns aos outros com um gesto de comunhão fraterna.

03. Comunhão
Min. da Eucaristia: Felizes os convidados para a ceia do Senhor! Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa, mas dizei uma só palavra e eu serei salvo!
Canto / procissão

04. Oração Final
Min. da Palavra: Ó Deus, nesta celebração, vosso povo se alimenta na mesa da vossa Palavra. Que este alimento nos faça ter forças para viver unidos a Jesus Cristo na terra e também no céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

1. Avisos / compromissos da comunidade
2. Homenagens

3. Bênção Final
Min. da Palavra: O Senhor esteja convosco!
Ass.: Ele está no meio de nós!
Min. da Palavra: Abençoe-vos o Deus todo poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo!
Ass.: Amém!
Min. da Palavra: Ide em Paz! Colocai em prática a Palavra de Deus, sendo alegres portadores da paz! Que o Senhor vos acompanhe!
Ass.: Graças a Deus!
Canto opcional

PREPARANDO A CELEBRAÇÃO

Ritos Iniciais

  • Preparar um lugar na entrada da igreja para o Lecionário, enfeitando-o com flores, velas e com o tema do mês da Bíblia: “Permanecei no meu amor para produzir muitos frutos”, será esse mesmo lecionário que será levado à Mesa da Palavra para proclamação das leituras. Valorizar também estes dois momentos: Dia da Pátria, colocando a Bandeira Nacional


Ritos de Agradecimento
  • Durante o canto da partilha membros dos grupos de Círculos Bíblicos entram com o material de reflexão do mês da Bíblia, e coloca próximo ao altar.


Ritos finais
·         Importante convidar as famílias a fazerem pequenos grupos de estudo da Palavra de Deus. O Conselho comunitário poderá sugerir o estudo do material “Estar com o Senhor”. As comunidades que conhecem as orações com Ofício Divino, poderão se reunir para celebrar também. Importante buscar meios que leve a comunidade a estar reunida em torno da Palavra de Deus.


PISTAS PARA REFLEXÃO

Introdução: Estamos no 23º domingo do Tempo Comum. Com o intuito de uma interação sempre maior entre a Palavra e a Eucaristia, as duas mesas que constituem um só ato de culto, é que propomos a reflexão da liturgia deste final de semana. Neste ano B, em que acompanhamos o Evangelho de Marcos, a Palavra nos propõe um encontro com aquele que anunciou e mostrou presente o Reino de Deus, por suas ações e ensinamentos: Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem.

Primeira Leitura: Na primeira leitura, um profeta da época do exílio na Babilônia garante aos exilados, afogados na dor e no desespero, que o Senhor está prestes a vir ao encontro do seu Povo para o libertar e para o conduzir à sua terra. Nas imagens dos cegos que voltam a contemplar a luz, dos surdos que voltam a ouvir, dos coxos que saltarão como veados e dos mudos a cantar com alegria, o profeta representa essa vida nova, excessiva, abundante, transformadora, que Deus vai oferecer a Judá.

Segunda Leitura: A segunda leitura dirige-se àqueles que acolheram a proposta de Jesus e se comprometeram a segui-lo no caminho do amor, da partilha, da doação. Convida-os a não discriminar ou marginalizar qualquer irmão e a acolher com especial bondade os pequenos e os pobres.

Evangelho: No Evangelho, Jesus, cumprindo o mandato que o Pai Lhe confiou, abre os ouvidos e solta a língua de um surdo-mudo… No gesto de Jesus, revela-se esse Deus que não se conforma quando o homem se fecha no egoísmo e na auto-suficiência, rejeitando o amor, a partilha, a comunhão. O encontro com Cristo leva o homem a sair do seu isolamento e a estabelecer laços familiares com Deus e com todos os irmãos, sem exceção.
Pistas Extraidas do Portal Dehonianos.


Equipe responsável por esta celebração: Paróquia São Sebastião

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O Sentido do Hino do Glória

O SENTIDO DE UM HINO CHAMADO “GLÓRIA”


Frei José Ariovaldo da Silva, OFM


Nos domingos e outras solenidades, bem como em dias festivos, cantamos no início da missa um antiqüíssimo e venerável hino chamado “Glória”. Seu conteúdo e verdadeiro sentido não tem sido bem compreendido entre nós. O músico e liturgista Frei Joaquim Fonseca, no seu livrinho Cantando a missa e o ofício divino (Paulus, São Paulo, 2004) nos traz uma explicação que, a meu ver, é das melhores. Faço questão de transcrevê-la e divulgá-la em nosso “mutirão” de formação litúrgica. Olhem o que ele escreve:
“O ‘Glória’ é um hino que remonta aos primeiros séculos da era cristã. Na Instrução Geral do Missal Romano, lemos que o ‘Glória’ é um ‘hino antiqüíssimo e venerável, pelo qual a Igreja congregada no Espírito Santo glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro... (n. 53).
Esta definição nos deixa claro que o ‘Glória’ é um hino doxológico (de louvor/glorificação) que canta a glória de Deus e do Filho. Porém, o Filho se mantém no centro do louvor, da aclamação e da súplica. Movida pela ação do Espírito Santo, a assembléia entoa esse hino, que tem sua origem naquele canto dos anjos que ressoou pela primeira vez nos ouvidos dos pastores de Belém, na noite do nascimento de Jesus (cf. Lc 2,4).
Na sua origem, o ‘Glória’ era entoado durante o ofí- cio da manhã. Só bem mais tarde – por volta do século IV – é que aparece prescrito na Liturgia eucarística do Natal podendo ser entoado apenas pelo bispo. Esse costume se prolongou por muito tempo. Porém, no final do século XI já há notícias do uso do ‘Glória’ em todas as festas e domingos, exceto na Quaresma. Então os presbíteros já podiam entoá-lo.
O ‘Glória’ pode ser dividido em três partes:
a) O canto dos anjos na noite do nascimento de Cristo: ‘Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados’;
b) Os louvores a Deus Pai: ‘Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças pro vossa imensa glória’;
c) Os louvores seguidos de súplicas e aclamações a Cris- to: ‘Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo Jesus Cristo’.
O ‘Glória’ termina com um final majestoso, incluindo o Espírito Santo. É importante lembrar que esta inclusão não constitui, em primeira instância, um louvor explícito à terceira pessoa da Santíssima Trindade. O Espírito Santo aparece relacionado com o Filho, pois é neste que se concentram os louvores e as súplicas. Em outras palavras: o Cristo se mantém no centro de todo o hino. Ele é o Kyrios, o Senhor que desde todos os tempos habita no seio da Trindade.
Estas dicas certamente nos ajudarão a discernir na escolha do ‘hino de louvor’ mais adequado para as celebrações eucarísticas. Sabemos que em muitas de nossas igrejas há o costume de executar, no lugar do verdadeiro ‘Glória’ pequenas aclamações trinitárias, ou seja, simples aclamações dirigidas ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Pudemos ver que o ‘Glória’ é bem mais do que isso: nele está contido o louvor, a aclamação e a súplica. E mais: a pessoa de Jesus Cristo aparece no centro desta grande doxologia” (p. 19-29).
Obrigado ao Frei Joaquim Fonseca por este esclarecimento que, com certeza, vai contribuir para o aperfeiçoamento e a autenticidade de nossas celebrações litúrgicas em nossas comunidades.



Perguntas para reflexão pessoal e em grupos:

1) Quando (em que dias do Ano Litúrgico) é cantado o hino do “Glória” em nossas comunidades?
2) A quem este hino glorifica, e como era usado na antiguidade cristã?
3) Qual é a sua estrutura interna?
4) Por que o hino do “Glória” é muito mais do que aquelas simples aclamações trinitárias que se costumam executar em muitas de nossas igrejas?

5) Quem está no centro de todo o hino? Por que?

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Participem da 29ª Semana Nacional de Liturgia 2015 - Catequese e Liturgia

29ª Semana de Liturgia

A liturgia na catequese de iniciação de crianças e adolescentes

Período: 19/10/2015 a 23/10/2015
Local: Espaço Anhanguera (Centro Santa Fé), Sao Paulo/SP
Inscrição: 25/06/2015 a 05/10/2015
JUSTIFICATIVA
A catequese de iniciação fez um grande percurso em nosso meio. Hoje ela é mais bíblica e vivencial, solidária com os pobres, mergulhada nas comunidades, orante e celebrativa, pedagógica e criativa. A partir do último diretório nacional cresce o interesse pelo estilo catecumenal.
A relação liturgia e catequese é o foco desta Semana de estudo e partilha de experiências. E tem três eixos importantes: a mistagogia no encontro catequético, as celebrações na catequese e a participação gradativa na liturgia da comunidade.
A liturgia é fundamental na vida cristã. Expressa a fé vivida no dia a dia e é fonte que alimenta a vida em Cristo. Nela se realiza a comunhão com o Senhor e dos irmãos entre si, e brota o desejo e o compromisso com um mundo mais humano.
A catequese no Brasil quer ser, cada vez mais, caminho de iniciação à vida cristã para os batizados na infância e para os chamados à vida nova, também com as crianças e adolescentes. Cabe à Igreja buscar itinerários e métodos mais adequados. O Espírito realiza a inserção em Cristo e na Igreja.

METODOLOGIA
Partindo da realidade de nossas práticas e subsídios, procuramos uma compreensão comum da relação catequese e liturgia. Nos pais da Igreja encontramos a referência básica para fazer mistagogia nos encontros catequéticos, sobretudo com os temas propriamente litúrgicos. Este e os demais eixos da Semana são trabalhados com breves exposições, interação dos participantes no plenário e nos grupos, onde acontece também análises e elaborações voltadas para o cotidiano da catequese. Além da riqueza da convivência com pessoas de várias regiões do Brasil, a Semana proporciona uma valiosa experiência de celebração litúrgica.

DESTINATÁRIOS
- Agentes da pastoral litúrgica em geral e catequistas.
- Coordenadores Regionais, Diocesanos e Paroquiais da pastoral litúrgica e da catequese.
- Professores (as) de liturgia e sacramentos.
- Bispos, presbíteros, diáconos e seminaristas.

VAGAS
- Procure garantir sua inscrição com antecedência.
- A casa não dispõe de quartos individuais.
- Valor da inscrição: R$ 200,00

ORIENTAÇÕES
Os(as) interessados(as) em participar da 29ª Semana de Liturgia deverão:
a) Preencher a ficha de pré-inscrição pelo site (opção ao lado)
b) Efetuar o pagamento do boleto que será enviado para o email que constar na ficha. . Apenas o preenchimento da ficha não implica a efetivação da inscrição. A inscrição está vinculada ao pagamento do boleto. O boleto deve ser pago até o vencimento para evitar o cancelamento da inscrição.
c) Para emissão de nota fiscal, informar o nome/entidade e o CPF/CNPJ.
d) Aguardar a confirmação da inscrição por e-mail.
e) Inscrições após o preenchimento das vagas disponíveis ficarão na lista de espera.
Obs.: Em caso de impossibilidade de participar, não devolveremos o valor de sua inscrição.

DURAÇÃO
A Semana de Liturgia terá início com o almoço do dia 19 de outubro, e terminará no dia 23 com o almoço.
Atenção: A manhã do último dia inclui subtemas importantes, além da avaliação e indicação de temas para o próximo ano. Por isso, reafirmamos a importância de sua participação até o fim, marcando sua passagem de volta a partir das 16h da sexta-feira.

LOCAL
Centro de Pastoral Santa Fé
Rodovia Anhanguera km 25,5 – São Paulo, SP
Fones: (11) 3916-6200 / 3911-0191

TAXA DE HOSPEDAGEM
Deve ser paga ao Centro de Pastoral Santa Fé no momento da chegada. Não trabalham com cartão de crédito e de débito.
Valores:
Do dia 19/10 (com almoço) até o dia 23/10
(com almoço): R$  500,00 – 4 diárias p/pessoa
Do dia 19/10 (sem almoço) até o dia 23/10
(sem almoço): R$ 480,00 - 4 diárias p/pessoa
Obs.: O horário para desocupar o quarto deve ser até as 14:00h. Quem ultrapassar este horário incorrerá numa nova diária.

OUTRAS INFORMAÇÕES
Trazer:
a) Ofício Divino das Comunidades.
b) Doces e salgados típicos de cada região.
c) Imagens e subsídios de encontros catequéticos e celebrações com crianças e adolescentes. As imagens devem privilegiar os detalhes das ações simbólicas, movimentos e atividades. Pensar também na maneira de expor e trazer o material necessário.
d) Não é necessário trazer roupa de cama.


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Oração para o 19º Domingo - Rito Agradecimento

Min. da Palavra: Senhor nosso Deus, vosso Filho despojou-se de si até o dom total: Sendo rico, fez-se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza. Por isso Senhor vos entregamos nossos dons para que reproduza em nossa vida a grandeza de vosso amor.   Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.